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Conheça algumas das Revistas Eletrônicas de História


Atualmente, com o crescimento da internet, a disponibilização de livros, mapas, manuais, dissertações, documentos, teses, está cada vez alargada. Com isso, disponibilizamos alguns dos melhores sites de História em língua portuguesa.

Confira:


Revistas Eletrônicas

ArtCultura: Revista de História, Cultura e Arte

Boletim Eletrônico do Tempo Presente

Chonos Scriotum: Revista Eletrônica de História

EMBORNAL: Revista Eletrônica da ANPUH-CE

Esboços - Revista do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC

Estudos Históricos

Fênix - Revista de História e Estudos Culturais

História Agora - Revista de História do Tempo Presente

História da Historiografia

Historiæ

História e- História

História e Diversidade 

História Revista 

Histórica: Revista Eletrônica do Arquivo do Estado

Intellèctus

MORPHEUS: Revista Eletrônica em Ciências Humanas

Oficina do Historiador

Revista Antíteses do Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Estadual de Londrina

Revista Brasileira de História das Religiões

Revista Crítica Histórica

Revista de Estudos Amazônicos da UFPA

Revista Eletrônica de História do Brasil UFJF

Revista Eletrônica do Centro de Estudos do Imaginário UFRO

Revista Eletrônica Documento/Monumento 

Revista Eletrônica História em Reflexão

Revista Eletrônica Outros Tempos, publicação do curso de História da Universidade Estadual do Maranhão

Revista Espacialidades

Revista Militares na Política 

Revista Outros Tempos 

Revista Urbana - Periódico do Centro Interdisciplinar de Estudos da Cidade - CIEC/Unicamp

Tempo e Argumento: Revista do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina

Comentários

Top 5 da Semana

Prefeitos de Maragogipe, do final do Império à Atualidade

Durante os períodos de Colônia e Império, aos presidentes da Câmaras de Vereadores atribuíam se-lhes as disposições executivas. O plenário votava a matéria e o presidente executava a proposição aprovada. Dos presidentes da Câmara de Vereadores de Maragogipe, os que exerceram por mais vezes o cargo, foram o Pe. Inácio Aniceto de Sousa e Antônio Filipe de Melo. O primeiro, no meado do século XIX, eleito deputado à Assembléia Provincial, renunciou ao mandato, porque optou pelo de Vereador à Câmara de Maragogipe, e se elegeu presidente desta. Como Presidentes do Conselho Municipal Manuel Pereira Guedes      (1871 - 1874) Artur Rodrigues Seixas       (1875 - 1878) Antonio Filipe de Melo      (1879 - 1882) Dr. João Câncio de Alcântara (1883 - 1886) Silvano da Costa Pestana   (1887-1890) Com a República, cindiu-se o poder, adotando a corporação o nome de Conselho, e o executivo o de Intendente. Com este n...

Padres da Paróquia de São Bartolomeu de Maragogipe

A história de Maragogipe está ligada ao  culto de São Bartolomeu que data dos primórdios da sua vida, da época em que iniciava a sua formação, quando saía das trevas da vida selvagem para iniciar a sua marcha gloriosa na senda do progresso sob o signo o abençoado da Cruz Redentora. A devoção dos maragogipanos para com o Glorioso Apóstolo vem também dos seus primeiros dias, do tempo em que era ainda uma fazenda pertencente ao luso Bartolomeu Gato, e nela, encontramos o primeiro vigário da Paróquia de São Bartolomeu. A lista abaixo retrata um pouco desta história, as datas ao lado do nome é o ano de início de sua vida enquanto evangelizador. Todavia, em diversos nomes nós não encontramos a data específica, pois somente há deduções. Caso o leitor possa estar contribuindo com a mudança desta lista, pois ainda sim, acreditamos que esteja faltando alguns nomes, será muitíssimo interessante. Agradecemos antecipadamente. (Leia mais sobre " O Culto de São Bartolomeu ", escrito por Odi...

Uma Breve História de Maragojipe, por Osvaldo Sá

Obs.: Este blog é adepto da grafia Maragogipe com o grafema G, mas neste texto, preservamos o uso da escrita de Maragojipe com o grafema J defendida pelo autor. Uma Breve História de Maragojipe Por Osvaldo Sá A origem do município de Maragojipe, como a de tantos outros municípios do Recôncavo Baiano, remonta ao período do Brasil Colonial, durante o ciclo da cana-de-açúcar. Conta a tradição popular que a origem do município deveu-se à existência de uma tribo indígena denominada “Marag-gyp”, que se estabeleceu em meados do século XVI às margens do Rio Paraguaçu. Destemidos e inteligentes, mas adversos à vida nômade, esses indígenas dedicavam-se ao cultivo do solo, à pesca e a caça de subsistência, manejando com maestria o arco e flecha e também o tarayra (espécie de machado pesado feito de pau-ferro), com o qual eram capazes de decepar de um só golpe a cabeça do inimigo. Osvaldo Sá, 1952 - Aos 44 ano Segundo a tradição da tribo, os mais velhos contavam que suas pri...

Fichamento de Texto: Definição do Fenômeno Religioso e da Religião, Émile Durkheim

Por Zevaldo Sousa No livro "Definição do Fenômeno Religioso e da Religião" escrito por Émile Durkheim, o autor tem por objetivo “ saber qual a religião mais primitiva e a mais simples ” (p. 3), para isso ele busca definir, o que convém entender por religião, para não sairmos por aí chamando de religião qualquer “ sistema de idéias e práticas que nada teria de religioso, ou deixar de lado fatos religiosos sem perceber sua verdadeira natureza ” (p. 3). Para isso, devemos ter cuidado ao procurarmos definir uma religião como a primeira e também devemos ter cuidado ao definir um sistema de idéias como religioso, a saber, é imprescindível e aceitável que podemos apontar um número de sinais exteriores, que permita estar reconhecendo os fenômenos religiosos onde quer que se encontrem, e impedindo que os confundamos com outros, na verdade é que os seres humanos foram obrigados a criar a noção do que é religião e religioso, mesmo que não acreditemos em alguma religião, nós pre...

Análise de Texto: "Transição de Feudalismo ao Capitalismo – Dobb & Sweezy"

Por Zevaldo Sousa ( Em 01 de junho de 2008) Segundo Paul Sweezy, Maurice Dobb define feudalismo como sendo servidão e esta seria “ uma obrigação ao produtor pela força, independente de sua vontade, no sentido de cumprir certas exigências econômicas de um senhor, quer sob forma de serviços a serem prestadas ou de tributos a serem pagos em dinheiro ou espécie .” (p. 33), esta definição foi retirada do texto de Maurice Dobb Studies in the development of capitalism, em que Dobb , segundo Sweezy utilizará praticamente como equivalente os dois termos. Para Sweezy essa definição é falha, pois não identifica o Feudalismo como um Sistema de Produção, é segundo ele, uma má leitura de Marx, o termo servidão não pode ser considerado, portanto, congruente com Feudalismo, pois “ alguma forma de servidão pode existir em sistemas que nada tem de feudal; e mesmo como relação dominante de produção, a servidão tem estado associada com diferentes formas de organização econômica em diferentes épo...