Pular para o conteúdo principal

Baixe livros gratuitamente no Domínio Público

Escrito por Alexandre Martins

O portal Domínio Público é mantido pelo Governo Federal e contém um bom número de obras em texto, som e imagem que podem ser baixadas e distribuídas gratuitamente.

Eis os 49 mais baixados em ordem de popularidade com seus respectivos links. São 49 porque por uma bizarrice do sistema de busca do site, o Manifesto Comunista foi contabilizado em duas posições, provavelmente por ter dois autores.

Não bastasse ser possível baixar os livros, a lista por si só é curiosa, cheia de preciosidades e alguns itens inusitados:
  1. A Divina Comédia Dante Alighieri
  2. A Bruxa e o Caldeirão José Leon Machado
  3. O peixinho e o gato Lenira Almeida Heck
  4. A borboleta azul Lenira Almeida Heck
  5. A Comédia dos Erros William Shakespeare
  6. O galo Tião e a dinda Raposa Lenira Almeida Heck
  7. Poemas de Fernando Pessoa Fernando Pessoa
  8. Elementos de Geometria Euclides
  9. Dom Casmurro Machado de Assis
  10. Cancioneiro Fernando Pessoa
  11. A Cartomante Machado de Assis
  12. Romeu e Julieta William Shakespeare
  13. A Carteira Machado de Assis
  14. Mensagem Fernando Pessoa
  15. O galo Tião e a vaca Malhada Lenira Almeida Heck
  16. A Megera Domada William Shakespeare
  17. O ensino do desenho Lucio Costa
  18. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca William Shakespeare
  19. Histórias da Avózinha Alberto Figueiredo Pimentel
  20. Sonho de Uma Noite de Verão William Shakespeare
  21. Dom Casmurro Machado de Assis
  22. O Eu profundo e os outros Eus. Fernando Pessoa
  23. Noventa e Cinco Teses de Lutero Martinho Lutero
  24. Curso de Linux Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
  25. Do Livro do Desassossego Fernando Pessoa
  26. Poesias Inéditas Fernando Pessoa
  27. Manifesto Comunista Karl Marx e Friedrich Engels
  28. Crítica da Razão Pura Immanuel Kant
  29. A Paranoia Julio de Mattos
  30. A Filosofia entre a Religião e a Ciência Bertrand Russell
  31. Apologia de Sócrates Platão
  32. Tudo Bem Quando Termina Bem William Shakespeare
  33. Códigos do Brasil Anônimo
  34. A Carta Pero Vaz de Caminha
  35. Dicionário de Termos Técnicos de Informática - 3a. edição Carlos E. Morimoto
  36. A Igreja do Diabo Machado de Assis
  37. Curso de Magia José Roberto Romeiro Abrahão
  38. Macbeth William Shakespeare
  39. Este mundo da injustiça globalizada José Saramago
  40. Discurso do Método René Descartes
  41. Dicionário Filosófico Voltaire
  42. O Livro dos Espíritos Allan Kardec
  43. Histórias que acabam aqui Maria Teresa Lobato Fernandes Pereira Lopes
  44. A Tempestade William Shakespeare
  45. A Cidade e as Serras José Maria Eça de Queirós
  46. O pastor amoroso Fernando Pessoa
  47. A Carta de Pero Vaz de Caminha Pero Vaz de Caminha
  48. Introdução à Eletrônica Carlos H. de Brito Cruz
  49. Discurso sobre a Origem da Desigualdade Entre os Homens Jean-Jacques Rousseau

Comentários

Top 5 da Semana

Biografia de Juarez Guerreiro, in MEMÓRIA DE MARAGOGIPE

Por Carlos Laranjeiras Não houve na história de Maragogipe – e certamente não há ainda – político mais importante do que Juarez Guerreiro. Símbolo de uma época, cujo prestígio pessoal influenciava no resultado de eleições, atraia a Maragogipe candidatos a governador, deputado federal e deputado estadual, que lhe beijavam a mão. Por causa da sua influência política, Maragogipe recebeu a visita de Régis Pacheco, medico de Vitória Conquista, eleito para o governo do estado em 1951 e de Antônio Balbino, sucessor de Regis no governo da Bahia em 1955. Balbino foi também deputado federal, senador e ministro de dois governos: Getúlio Vargas e João Goulart. Ao chegar a Maragogipe, Antônio Balbino era recebido na “ponte do navio” pela Filarmônica Terpsícore Popular e hospedava-se na casa de Juarez, no Caminho do Caijá (ou Cajá?), a qual atraia tanta gente que mais parecia igreja em dias de festas de São Bartolomeu (Caijá ou Cajá suscitaram uma boa discussão pelos jornais nos anos 60, mas quem v...

Uma Breve História de Maragojipe, por Osvaldo Sá

Obs.: Este blog é adepto da grafia Maragogipe com o grafema G, mas neste texto, preservamos o uso da escrita de Maragojipe com o grafema J defendida pelo autor. Uma Breve História de Maragojipe Por Osvaldo Sá A origem do município de Maragojipe, como a de tantos outros municípios do Recôncavo Baiano, remonta ao período do Brasil Colonial, durante o ciclo da cana-de-açúcar. Conta a tradição popular que a origem do município deveu-se à existência de uma tribo indígena denominada “Marag-gyp”, que se estabeleceu em meados do século XVI às margens do Rio Paraguaçu. Destemidos e inteligentes, mas adversos à vida nômade, esses indígenas dedicavam-se ao cultivo do solo, à pesca e a caça de subsistência, manejando com maestria o arco e flecha e também o tarayra (espécie de machado pesado feito de pau-ferro), com o qual eram capazes de decepar de um só golpe a cabeça do inimigo. Osvaldo Sá, 1952 - Aos 44 ano Segundo a tradição da tribo, os mais velhos contavam que suas pri...

O Terreiro Ilê Axé Alabaxé,– “"A Casa que Põe e Dispõe de Tudo"

É com muito pesar que noticiamos o falecimento do Babalorixá Edinho de Oxóssi, será muito justo neste momento, republicarmos a história do Terreiro lIê Axé Alabaxé,– “"A Casa que Põe e Dispõe de Tudo", um local com que o nosso babalorixá tem suas intimidades reveladas. Sabendo que seria do agrado de muitos maragogipanos que desejam conhecer a nossa história, resolvi publicar esse texto e uma entrevista concedida pelo Babalorixá Edinho de Oxóssi encontrada no site ( http://alabaxe.xpg.uol.com.br/ ) Oxóssi O Terreiro lIê Axé Alabaxé,– “"A Casa que Põe e Dispõe de Tudo"   A cada ano, após a colheita, o rei de Ijexá saudava a abundancia de alimentos com uma festa, oferecendo à população inhame, milho e côco. O rei comemorava com sua família e seus súditos só as feiticeiras não eram convidadas. Furiosas com a desconsideração enviaram à festa um pássaro gigante que pousou no teto do palácio, encobrindo-o e impedindo que a cerimônia fosse realizada. O rei mandou chamar os...

Fotos antigas de São Félix, no Recôncavo da Bahia

Desde as primeiras décadas de sua existência a fotografia já mostrava o seu imenso potencial de uso. A produção fotográfica de unidades avulsas, de álbuns ou de coletâneas impressas abrangia um espectro ilimitado de atividades, especialmente urbanas, e que davam a medida da capacidade da fotografia em documentar eventos de natureza social ou individual, em instrumentalizar as áreas científicas, carentes de meios de acesso a fenômenos fora do alcance direto dos sentidos, as áreas administrativas, ávidas por otimizar funções organizativas e coercitivas, ou ainda em possibilitar a reprodução e divulgação maciça de qualquer tipologia de objetos. (leia mais em Fotografia e História: ensaio bibliográfico ) Neste sentido, a disponibilização de imagens fotográficas para o público leitor deste blog, é uma máxima que nós desejamos, pois a imagem revela muitos segredos.  Para ver mais fotografias: VISITE NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK Enchente em São Félix - cedido por Fabrício Gentil Navio da...

Sátira das Profissões, um documento egípcio que valoriza o escriba

Este é um trabalho de Pesquisa do Documento "Sátira das Profissões" escrito egípcios que contém incômodos existentes em cada tipo de trabalho, assim como a valorização do Escriba enquanto profissional. A leitura deste documento demonstra que a atividade intelectual era valorizada no Egito Antigo, muito diferente das atividades braçais que são classificadas de maneira grosseira pelo escritor do documento. O tema é curioso. É a história de um pai Khéti que conduz o filho adolescente Pépi para a escola de escribas da Corte por ser, segundo ele, a mais importante das profissões e durante a viagem da barca resolve comparar vários ofícios. Figura retirada do jogo Faraó, feito pela Sierra e sob licença da VU Games. Quais são as profissões do texto? As profissões descritas no texto são Ferreiro, Marceneiro, Joalheiro, Barbeiro, Colhedor de Papiro ou de Junco (que na verdade ele colhe o junco para daí fazer o papiro), Oleiro, Pedreiro, Carpinteiro, Hortelão, Lavrador, Tecelão, Por...