Pular para o conteúdo principal

O autor

Olá, Caro Leitor,

Sou baiano, de Maragogipe e meu nome é Zevaldo Luiz Rodrigues de Sousa, sou Licenciado em História pela UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) e já atuei como professor do ensino infantil ao ensino médio em diversas disciplinas como boa parte dos professores brasileiros. Amo educação!

Atualmente, trabalho na Fundação Vitória Amazônica no programa Gente Para Conservação, em um projeto de educação digital que está presente em diversas escolas do município de Manaus.

Espero que este blog recém criado com foco na Educação seja uma ferramenta de apoio aos educadores que nele estejam conectados.



Segue meus contatos principais:
Meu e-mail principal é: zevaldo.sousa@gmail.com
Meu Twitter é: blogdozevaldo
Meu Facebook é: Zevaldo Sousa

Comentários

  1. Olá amigo tudo bem eu sou natural da Cidade de São Felipe, qual no passado era freguesia de maragogipe você possue alguns fatos histicos sobre São Felipe ?

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Top 5 da Semana

Prefeitos de Maragogipe, do final do Império à Atualidade

Durante os períodos de Colônia e Império, aos presidentes da Câmaras de Vereadores atribuíam se-lhes as disposições executivas. O plenário votava a matéria e o presidente executava a proposição aprovada. Dos presidentes da Câmara de Vereadores de Maragogipe, os que exerceram por mais vezes o cargo, foram o Pe. Inácio Aniceto de Sousa e Antônio Filipe de Melo. O primeiro, no meado do século XIX, eleito deputado à Assembléia Provincial, renunciou ao mandato, porque optou pelo de Vereador à Câmara de Maragogipe, e se elegeu presidente desta. Como Presidentes do Conselho Municipal Manuel Pereira Guedes      (1871 - 1874) Artur Rodrigues Seixas       (1875 - 1878) Antonio Filipe de Melo      (1879 - 1882) Dr. João Câncio de Alcântara (1883 - 1886) Silvano da Costa Pestana   (1887-1890) Com a República, cindiu-se o poder, adotando a corporação o nome de Conselho, e o executivo o de Intendente. Com este n...

Fotos antigas de São Félix, no Recôncavo da Bahia

Desde as primeiras décadas de sua existência a fotografia já mostrava o seu imenso potencial de uso. A produção fotográfica de unidades avulsas, de álbuns ou de coletâneas impressas abrangia um espectro ilimitado de atividades, especialmente urbanas, e que davam a medida da capacidade da fotografia em documentar eventos de natureza social ou individual, em instrumentalizar as áreas científicas, carentes de meios de acesso a fenômenos fora do alcance direto dos sentidos, as áreas administrativas, ávidas por otimizar funções organizativas e coercitivas, ou ainda em possibilitar a reprodução e divulgação maciça de qualquer tipologia de objetos. (leia mais em Fotografia e História: ensaio bibliográfico ) Neste sentido, a disponibilização de imagens fotográficas para o público leitor deste blog, é uma máxima que nós desejamos, pois a imagem revela muitos segredos.  Para ver mais fotografias: VISITE NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK Enchente em São Félix - cedido por Fabrício Gentil Navio da...

Uma Breve História de Maragojipe, por Osvaldo Sá

Obs.: Este blog é adepto da grafia Maragogipe com o grafema G, mas neste texto, preservamos o uso da escrita de Maragojipe com o grafema J defendida pelo autor. Uma Breve História de Maragojipe Por Osvaldo Sá A origem do município de Maragojipe, como a de tantos outros municípios do Recôncavo Baiano, remonta ao período do Brasil Colonial, durante o ciclo da cana-de-açúcar. Conta a tradição popular que a origem do município deveu-se à existência de uma tribo indígena denominada “Marag-gyp”, que se estabeleceu em meados do século XVI às margens do Rio Paraguaçu. Destemidos e inteligentes, mas adversos à vida nômade, esses indígenas dedicavam-se ao cultivo do solo, à pesca e a caça de subsistência, manejando com maestria o arco e flecha e também o tarayra (espécie de machado pesado feito de pau-ferro), com o qual eram capazes de decepar de um só golpe a cabeça do inimigo. Osvaldo Sá, 1952 - Aos 44 ano Segundo a tradição da tribo, os mais velhos contavam que suas pri...

A Pirâmide Invertida - historiografia africana feita por africanos (Carlos Lopes)

Neste momento, você terá a oportunidade de ler um pouco do fichamento do texto de Carlos Lopes "A Pirâmide Invertida - historiografia africana feita por africanos. Na introdução Carlos Lopes tenta traçar uma “ apresentação crítica dos argumentos avançados pelos três grandes momentos de interpretação histórica da África ” (LOPES; 1995). Para ele a historiografia deste continente tem sido “ dominada por uma interpretação simplista e reducionista ”, mas antes do autor começar a falar sobre estes momentos, ele demonstra um paralelo da historiografia africana com um momento “ em que os historiadores estão cada vez mais próximos do poder ”, e afirma que estes historiadores são todos de uma mesma escola historiográfica que proclama “ a necessidade de uma reivindicação identitária ”, citando como exemplos “ de uma interdependência entre a História e o domínio político ” “Inferioridade Africana” É através do paradigma de Hegel - o "fardo" do homem branco -, que o ocidente conhec...

Exercícios de História Antiga - Grécia Clássica (Ensino Médio)

“Respeitemos mesmo as leis injustas para que os maus, tomando isso como exemplo, respeitem no futuro as leis justas, sem pretexto para desobedecê-las”. Sócrates Sabendo que grande parte dos professores buscam pelas soluções dos seus problemas na Internet, resolvi colocar alguns exercícios neste Blog. Vale ressaltar que será muito mais importante, o professor modificar os exercícios de acordo com o que foi ensinado na sala de aula. Afinal de contas, cada um sabe qual é sua realidade. Veja também: Exercícios de História Antiga: Roma (Ensino Médio) Exercícios de História Moderna: Grandes Navegações (Ensino Médio) Exercícios de História da América Portuguesa e Espanhola (Ensino Médio) Questões DE ENEM e Vestibular 1. (FUVEST-SP) “ Usamos a riqueza mais como uma oportunidade para agir que como um motivo de vanglória; entre nós não há vergonha na pobreza, mas a maior vergonha é não fazer o possível para evitá-la... olhamos o homem alheio às atividades públicas não como alguém que cuida apena...