Desde as primeiras décadas de sua existência a fotografia já mostrava o seu imenso potencial de uso. A produção fotográfica de unidades avulsas, de álbuns ou de coletâneas impressas abrangia um espectro ilimitado de atividades, especialmente urbanas, e que davam a medida da capacidade da fotografia em documentar eventos de natureza social ou individual, em instrumentalizar as áreas científicas, carentes de meios de acesso a fenômenos fora do alcance direto dos sentidos, as áreas administrativas, ávidas por otimizar funções organizativas e coercitivas, ou ainda em possibilitar a reprodução e divulgação maciça de qualquer tipologia de objetos. (leia mais em
Fotografia e História: ensaio bibliográfico)
Neste sentido, a disponibilização de imagens fotográficas para o público leitor deste blog, é uma máxima que nós desejamos, pois a imagem revela muitos segredos.
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Enchente em São Félix - cedido por Fabrício Gentil |
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Navio da Empresa de Navegação Baiana, durante uma enchente do Rio Paraguaçú. Por questões de segurança, quando as águas do Rio saíam do seu nível normal, a Ponte D.Pedro II era usada como atracadouro. Fabrício Gentil |
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Outro aspecto da Avenida Salvador Pinto (Porto), com os saveiros. — cedido por Fabrício Gentil |
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Paço Municipal, ainda como sede da Intendência. O prédio abrigava nessa época também Cadeia Pública, o Fórum e a Câmara Municipal. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Ponte D.Pedro II, com pórtico na entrada em homenagem ao Deputado autor da lei que extinguiu a cobrança de pedágio na Ponte. A direita, fachada lateral da Fábrica Costa Penna, onde hoje está o Iguatemi. No prédio a esquerda funcionava uma escola, parcialmente destruída num descarrilamento do trem. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Sobrado onde morou Castro Alves em São Félix, na antiga Praça do Progresso, hoje Inácio Tosta. Ali nasceu Elisa, irmã do poeta. O sobrado (terceiro a direita) foi provavelmente construído por seu avô, Major Antônio de Castro, comandante da milícia que derrotou as forças portuguesas em 1822. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Praça José Ramos, ainda com os ramais da linha férrea que ligavam a Barragem de Bananeiras a Estação e ao Chalé Guinle. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Praça Rui Barbosa, antigo Largo da Estação, antes da Estátua. Nota-se ao fundo o Alto da Santa Cruz com poucas construções. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida |
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Rua Manoel Vitorino (Dendê), ainda com pedras tipo "cabeças de negro". A linha férrea que se vê na foto é do ramal que ligava o Chalé a Barragem de Bananeiras. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Rua Senador Themístocles, centro comercial de São Félix Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Vista de Cachoeira. Cedido por Fabrício Gentil |
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Enchente em São Félix, cedido por Fabrício Gentil |
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São Félix vista de Cachoeira, provavelmente do Largo do Monte Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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São Félix vista do Chalé Guinle. Detalhe para os carros de época. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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| Enchente do Rio Paraguassu - Março 1911. São Félix, pátio de manobras e Oficinas da Estrada de Ferro, parcialmente inundados. Neste local, hoje estão o Ginásio de esportes e a residência da UFRB. Fabrício Gentil |
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Vista dotelhado da Igreja de São Félix, cedido por Fabrício Gentil |
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Trecho da Rua J.J. Seabra (antes do alargamento) Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Trecho Inicial da Ladeira da Misericórdia. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Visita do Presidente Getúlio Vargas em São Félix - 1933 - cedido por Fabrício Gentil |
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Associados do Clube dos Alemães, que existia na cidade. Cedido por Roberto Cordeiro, no mural de São Félix. |
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Enchente na Avenida Salvador Pinto, Porto de São Félix, cedido por Fabrício Gentil |
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Avenida Salvador Pinto, Porto de São Félix, em 1934. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Barragem Jerry O'Connel. (Barragem de Bananeiras). Hoje submersa. Fabrício Gentil |
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Prédio da Agência do Banco do Brasil em São Félix. cedido por Fabrício Gentil. |
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Enchente na década de 1940, Praça José Ramos, São Félix. Á esquerda, parte do complexo da Fábrica Costa Penna e Cia, onde hoje está a Praça Antônio Almeida Maia e a Rodoviária. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Igreja de Senhor São Félix, antes da construção da Escola Paroquial. O prédio a direita é hoje a agência do Banco do Brasil. Nota-se ao fundo, á esquerda a Casa da Família Ferreira, antigo Colégio onde segundo a tradição Castro Alves teria estudado. Foto: Acervo do Arquivo Público Municipal Dr. Júlio Ramos de Almeida. |
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Sou natural de São Félix-Ba, e estou a completar 83 anos em 27 de setembro desse ano, e posso prestar qualquer informação a respeito dessa cidade, através do e-mail: dilaclemos@gmail.com, e tenho um blog que é dilalemos.blogspot.com onde postei no início do mesmo. várias fotos de São Felix. Se houver interesse se comuniquem comigo
ResponderExcluirTou interessada pra uma linha do tempo,mas é sobre o colégio estadual Rômulo Galvão ,como era o lugar antes do colégio, fotos, relíquia de como era o colégio antigo,pode ser farda algo do tipo
ExcluirMe sinto orgulhoso em ter nascido nessa cidade. Conheço cada canto e cada buraco.O meu pai Antonio Lemos Costa, tinha uma grande família. Adorei ver essas fotos de Fabricio Gentil e Roberto Cordeiro. Morávamos num sobrado em frente ao Armazem Providencial, pertencente ao Sr. José Ramos de Almeida aonde o meu pai trabalhou por mais de 35 anos e aí se aposentou. Se vivo estivesse estaria com 119 anos, e eu o sétimo filho de uma família de 11 filhos estou com 82 anos Graças a Deus.
ResponderExcluirNessa cidade presépio, nasci, cresci e daí saí aos 29 anos de idade, informo a quem interessar possa que posso e me comprometo a informar sobre qualquer ponto da cidade.
ResponderExcluirOlá, me chamo Hoss e estou escrevendo um livro de ficção que se passa nesta cidade, mas devido a carência de informação não sei como ela se chamava nos anos de 1789. Se você souber desta informação favor me responder.
ExcluirA foto em frente à Farmacia São Felix, na época que foi tirada, eu trabalhava ai, e hoje perto de fazer 84 anos, me lembro de cada detalhe dessa foto; Em frente ficava a Gráfica Moderna do sr.Antonio Lago, e junto ficava o predio onde funcionava os Correios e Telegrafos e embaixo a loja de tecidos do sr, Clarindo Dias Freitas, que se encontra na porta da loja. O sr. Clarindo tinha uma família numerosa, e além da esposa D.Hilda, tinha os seus filhos, Fernando, Albano, Margarida(casada com José Fonseca), Cid, Clarilda, Carlota, Elí, Clarindo Filho(apelidado de Clarindinho) e Elias Carlos. Já a familia Lemos, além do meu pai, Maria(D.Neném) e os filhos Jeannete(Jane), Janice, Normando, Menandro, Dilermando(Dila), Rosa Maria, Orlando, Luciane(falecida com sete anos) e Félix Antonio.
ResponderExcluirBoa tarde. Minha avó já falecida "'Angelita de Araújo Magalhães " nasceu em São Félix em 1918. Os avós e ela residiram em um palacete no Morro Menino Deus. Não se trata do chalé dos Guinle. Creio que era em estilo neoclássico. Infelizmente não temos foto. Tempos bons em a família Araújo tinha engenhos. Risos. Gostaria como registro histórico, de saber sobre o imóvel. O avô dela chamava - se Arlindo de Araújo. Agradeço desde já pela ajuda.
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