Pular para o conteúdo principal

Parceria Votorantim pela Educação retoma atividades em Maragogipe, São Félix, Cachoeira e Governador Mangabeira

O programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE) - iniciativa da Votorantim Energia, com o apoio do Instituto Votorantim - começou em maio o primeiro ciclo de atividades do ano em Cachoeira, Governador Mangabeira, Maragogipe e São Félix. O PVE contribui para a melhoria da educação pública nos municípios onde a Votorantim atua, por meio da mobilização social das comunidades e do apoio à qualificação das práticas de gestão educacional municipais.

A pactuação de compromissos entre a Votorantim e o governo municipal aconteceu em São Paulo, com a presença de 53 secretários de Educação e mobilizadores do programa, inclusive de Cachoeira, Governador Mangabeira, Maragogipe e São Félix. Estiveram no evento representantes de todo o Brasil que receberão o PVE, que atua junto a diretores, coordenadores pedagógicos e secretarias de educação.


O próximo passo é identificar e engajar pessoas e instituições-chave, como Organizações Não-Governamentais (ONGs), pais, alunos, empresas, lideranças locais, gestores públicos, educadores, representantes de conselhos e mídia, entre outros. Eles formarão um grupo que discutirá os desafios e as soluções para fortalecer a educação local.

“Aqui no entorno da UHE Pedra do Cavalo, o PVE está sendo desenvolvido na modalidade Polo, com Cachoeira, São Félix, Governador Mangabeira e Maragogipe trabalhando o mesmo tema: “Espaços escolares como ambientes de aprendizagem”. Este grande desafio possibilita o compartilhamento de experiências entre os municípios”, conta Roberaldo Galiza, mobilizador do Projeto.

A primeira reunião em Cachoeira, Governador Mangabeira, Maragogipe e São Félix ocorre neste mês. Serão três ciclos de atividades até dezembro, quando está prevista a realização de um evento de mobilização e boas práticas de gestão escolar e educacional - que marca o quarto ciclo, antes da avaliação do município segundo a matriz de competências do programa.

“As ações do PVE, somadas à participação ativa dos mobilizadores e comunidade, têm trazido resultados que mostram o aprimoramento das políticas municipais de educação, por meio do fortalecimento das competências dos gestores educacionais e escolares”, destaca Daniela Gerdenits, consultora de Responsabilidade Social da Votorantim Energia.

Sobre a Votorantim Energia
A Votorantim investe em geração de energia desde o início de suas atividades industriais, há quase um século. A companhia, que é um dos maiores consumidores de energia do país, ao longo de sua história tornou-se também um dos maiores autogeradores. A Votorantim Energia foi criada em 1996, com o objetivo de centralizar a gestão dos insumos energéticos da própria companhia. No ano 2000, foi constituída a Votorantim Comercializadora de Energia, com o objetivo de negociar energia elétrica no mercado livre, vendendo eventuais excedentes e aproveitando oportunidades de compra no mercado. Atualmente, a Votorantim Energia é uma das maiores comercializadoras de energia do Brasil. Em 2015, a empresa anunciou a entrada na geração de energia eólica, com o investimento em sete parques geradores no Nordeste do Brasil.

Sobre o Instituto Votorantim
O Instituto Votorantim é o parceiro estratégico das empresas do Grupo em ações voltadas ao desenvolvimento local sustentável, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das regiões onde as empresas operam. Atua nos campos da educação, geração de trabalho e renda, formação profissional, apoio a gestão pública, cultura, preservação e fortalecimento de direitos infanto-juvenis, entre outros.

Comentários

Top 5 da Semana

Padres da Paróquia de São Bartolomeu de Maragogipe

A história de Maragogipe está ligada ao  culto de São Bartolomeu que data dos primórdios da sua vida, da época em que iniciava a sua formação, quando saía das trevas da vida selvagem para iniciar a sua marcha gloriosa na senda do progresso sob o signo o abençoado da Cruz Redentora. A devoção dos maragogipanos para com o Glorioso Apóstolo vem também dos seus primeiros dias, do tempo em que era ainda uma fazenda pertencente ao luso Bartolomeu Gato, e nela, encontramos o primeiro vigário da Paróquia de São Bartolomeu. A lista abaixo retrata um pouco desta história, as datas ao lado do nome é o ano de início de sua vida enquanto evangelizador. Todavia, em diversos nomes nós não encontramos a data específica, pois somente há deduções. Caso o leitor possa estar contribuindo com a mudança desta lista, pois ainda sim, acreditamos que esteja faltando alguns nomes, será muitíssimo interessante. Agradecemos antecipadamente. (Leia mais sobre " O Culto de São Bartolomeu ", escrito por Odi...

Fotos antigas de São Félix, no Recôncavo da Bahia

Desde as primeiras décadas de sua existência a fotografia já mostrava o seu imenso potencial de uso. A produção fotográfica de unidades avulsas, de álbuns ou de coletâneas impressas abrangia um espectro ilimitado de atividades, especialmente urbanas, e que davam a medida da capacidade da fotografia em documentar eventos de natureza social ou individual, em instrumentalizar as áreas científicas, carentes de meios de acesso a fenômenos fora do alcance direto dos sentidos, as áreas administrativas, ávidas por otimizar funções organizativas e coercitivas, ou ainda em possibilitar a reprodução e divulgação maciça de qualquer tipologia de objetos. (leia mais em Fotografia e História: ensaio bibliográfico ) Neste sentido, a disponibilização de imagens fotográficas para o público leitor deste blog, é uma máxima que nós desejamos, pois a imagem revela muitos segredos.  Para ver mais fotografias: VISITE NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK Enchente em São Félix - cedido por Fabrício Gentil Navio da...

Uma Breve História de Maragojipe, por Osvaldo Sá

Obs.: Este blog é adepto da grafia Maragogipe com o grafema G, mas neste texto, preservamos o uso da escrita de Maragojipe com o grafema J defendida pelo autor. Uma Breve História de Maragojipe Por Osvaldo Sá A origem do município de Maragojipe, como a de tantos outros municípios do Recôncavo Baiano, remonta ao período do Brasil Colonial, durante o ciclo da cana-de-açúcar. Conta a tradição popular que a origem do município deveu-se à existência de uma tribo indígena denominada “Marag-gyp”, que se estabeleceu em meados do século XVI às margens do Rio Paraguaçu. Destemidos e inteligentes, mas adversos à vida nômade, esses indígenas dedicavam-se ao cultivo do solo, à pesca e a caça de subsistência, manejando com maestria o arco e flecha e também o tarayra (espécie de machado pesado feito de pau-ferro), com o qual eram capazes de decepar de um só golpe a cabeça do inimigo. Osvaldo Sá, 1952 - Aos 44 ano Segundo a tradição da tribo, os mais velhos contavam que suas pri...

Fotos antigas de Maragogipe, no Recôncavo da Bahia

Igreja Matriz de São Bartolomeu de Maragogipe Nesta sessão do Blog de História, buscaremos postar um pouco da História de Maragogipe em fotografias antigas do nosso município. O que se sabe até o presente momento é que parte destas fotografias foram fruto de um ensaio fotográfico de Major, com datação aproximada da década de 30 ou 40, do século XX. Como a instituição fez amostra dessas fotografias, aproveitamos e solicitamos como forma de difundir ainda mais essas fotografias que já se tornaram patrimônio do município de Maragogipe. A fotografia que utilizamos como capa desta postagem é a imagem da Igreja de São Bartolomeu de Maragogipe, uma das mais belas igrejas do Recôncavo da Bahia, e uma das mais antigas. Aproveitem e usem-na com moderação. Sacristia da Igreja de São Bartolomeu de Maragogipe (Major) Altar de São Bartolomeu de Maragogipe, no centro da imagem temos o Cristo Crucificado. (Major) Praça Conselheiro Antonio Rebouças, no centro ainda tinha um pequeno coreto, ine...

A Pirâmide Invertida - historiografia africana feita por africanos (Carlos Lopes)

Neste momento, você terá a oportunidade de ler um pouco do fichamento do texto de Carlos Lopes "A Pirâmide Invertida - historiografia africana feita por africanos. Na introdução Carlos Lopes tenta traçar uma “ apresentação crítica dos argumentos avançados pelos três grandes momentos de interpretação histórica da África ” (LOPES; 1995). Para ele a historiografia deste continente tem sido “ dominada por uma interpretação simplista e reducionista ”, mas antes do autor começar a falar sobre estes momentos, ele demonstra um paralelo da historiografia africana com um momento “ em que os historiadores estão cada vez mais próximos do poder ”, e afirma que estes historiadores são todos de uma mesma escola historiográfica que proclama “ a necessidade de uma reivindicação identitária ”, citando como exemplos “ de uma interdependência entre a História e o domínio político ” “Inferioridade Africana” É através do paradigma de Hegel - o "fardo" do homem branco -, que o ocidente conhec...