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I Semana de Debates do Grupo de Estudos de História Social - UFRB

Palestras e debates envolvendo a bibliografia geral do mestrado em História Social da UFBA Organização: Grupo de Estudos de História Social Coordenação do evento: Lucas Homi Café, Rogério Barreto e Wlamir Júnior 14/06 – Auditório do CAHL 18:30 – Palestra com o professor Luiz Fernando Saraiva Texto a ser debatido: Folclore, Antropologia e História Social de Edward Thompson. 20:00 – Abertura do debate 15/06 – Auditório do CAHL 19:00 – Palestra com o professor Luiz Antonio Texto a ser debatido: A História ao rés-do-chão de Jacques Revel 20:00 – Abertura do debate 16/06 – Auditório do CAHL 19:00 – Palestra com o professor Nuno Gonçalves Textos a serem debatidos: O nome e o como & Sinais: Raízes de um paradigma indiciário de Carlo Ginzburg 20:00 - Abertura do debate 17/06 – Auditório do CAHL* 19:00 – Palestra com a professora Camila Santiago Texto a ser debatido: ‘Cultura popular’: revisitando um conceito historiográfico de Roger Chartier 20:00 – Abertura do debate Contato – lucascafe20...

Tradição do São João do Interior é sufocada por “atrações” milionárias

Fonte: Diário Maragogipano “São João passou por aí?” Era assim, numa época quando as pessoas faziam questão de comemorar o dia de São João de porta-em-porta. Naquele tempo, o melhor do São João era o contato com as famílias, com os amigos… As mesas fartas eram a base da festa. Cada casa fazia sua canjica, cozinhava seu milho e preparava o seu licor de jenipapo. A fogueira não era vendida, era repartida, o milho era assado no braseiro que se formava enquanto ardente a fogueira iluminava as noites frias e aconchegantes. O Cheiro de fumaça ainda permanece na memória e os olhos ardendo choravam de alegria involuntária por ter ali, em cada lar, uma recepção de rei.  Cada pessoa fazia seu São João, não haviam os “enlatados” de hoje em dia, o forró ainda era comandado por trios que faziam a sonorização da festa com zabumba, triângulo e as sanfonas de oito baixos… claro que quem não tinha como convidar o grupo, usava as Tartecas Linear, com seus vinis com som de pipoca na pane...

Historiador Eric Hobsbawm aponta questões cruciais do século 21

 Historiador Eric Hobsbawm aponta questões cruciais do século 21 da New Left Review- 18/04/2010  Mais uma vez Hobsbawn Aos 92 anos, o historiador britânico Eric Hobsbawm continua um feroz crítico da prevalência do modelo político-econômico dos EUA. Para ele, o presidente americano Barack Obama, ao lidar com as consequências da crise econômica, desperdiçou a chance de construir maneiras mais eficazes de superá-la.  "Podemos desejar sucesso a Obama, mas acho que as perspectivas não são tremendamente encorajadoras", diz, na entrevista abaixo. "A tentativa dos EUA de exercer a hegemonia global vem fracassando de modo muito visível."  Hobsbawm discute ainda questões globais contemporâneas --como as tentativas de criar Estados supranacionais, a xenofobia e o crescimento econômico chinês-- à luz do que expressou em livros como "Era dos Extremos" e "Tempos Interessantes" (ambos publicados pela Cia. das Letras). * Pergunta - ...

Resumo Histórico de Maragogipe feito pelo IBGE

Você encontra este resumo histórico do município de Maragogipe no site do IBGE ( Clique aqui e veja o pdf ) Maragogipe - Bahia Histórico A região era primitivamente habitada pelos índios maragogipes. O território integrava a sesmaria do Paraguaçu, doada a Dom Álvaro da Costa em 1557, e transformada em Capitania do Paraguaçu, em 1566. A presença de ancaradouro natural e a fertilidade do solo, atraíram colonos portugueses que ali se instalaram, desenvolvendo a cultura da cana-de-açúcar e a exploração de madeira da lei. A capela erigida sob a invocação de São Bartolomeu, foi elevada à freguesia em 1640, com a denominação de São Bartolomeu do Maragogipe. Elevada à Vila em 1724, teve o nome simplificado para Maragogipe, de acordo com a denominação dos seus primitivos habitantes. Os nativos de Maragogipe são chamados maragogipanos. Gentílico: maragogipano Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Maragogipe, em 1640. Elevado à categoria de vila com a denominação de Maragog...

Revista RAIZ faz matéria sobre Livro "Ceramistas de Coqueiros. História de Vida"

Revista RAIZ Livro apresenta o trabalho tradicional da comunidade baiana de Coqueiros. Por Thereza Dantas O trabalho de gerações acaba de virar livro. O livro “Ceramistas de Coqueiros. Histórias de vida” é um dos resultados de uma série de atividades de documentação pró-memória (indivíduo e coletividade) que integram o Programa Monumenta/Iphan, do Ministério da Cultura. A produção dessas cerâmicas é uma das poucas alternativas de geração de trabalho e renda para a comunidade. Esse patrimônio está sob risco de extinção por causa do pouco valor dado as cerâmicas, os jovens da comunidade não se sentem atraídos para aprenderem o ofício de seus pais e avós, por isso a importância dessa publicação. Dia 2 de abril de 2009, quinta-feira, houve uma festa de lançamento em São Paulo apresenta o livro “Ceramistas de Coqueiros. Histórias de vida” criado e editado por meio do recurso de transcrição da história oral. O livro apresenta o ofício dos ceramistas do distrito de Coqueiros, município de Mar...

I Colóquio Regional de História Colonial

Fonte: UFRB Os estudos acerca do período colonial têm sido gradativamente objeto de pesquisas e reflexões nas universidades públicas baianas. Com o objetivo de promover um maior estreitamento dos laços entre os pesquisadores dessas instituições e uma maior divulgação dos estudos que envolvam esta temática, será realizado nos dias 29 e 30 de Abril o I Colóquio Regional de História Colonial. O Colóquio será realizado no Auditório do CAHL, veja abaixo a programação completa: Programação: 1º dia – 29 de abril 09h00 – 09h30 – Abertura 09h30 – 11h30 – Mesa 1 História religiosa: práticas e instituições Humberto José Fonseca (UESB) – Rituais da corte: ritualidade, sociabilidade e poder na América portuguesa Evergton Sales Souza (UFBA) – As constituições primeiras do arcebispado da Bahia Fabrício Lyrio Santos (UFRB) – As cartas de Nóbrega e a conversão do gentio Camila Fernanda Guimarães Santiago (UFRB) – Produção, comércio e consumo de gravuras religiosas no mundo luso-brasileiro: incent...

Onde fica o marco-zero de Maragogipe?

Antes de começar a escrever sobre o tema de hoje, gostaria de perguntar o que é o marco zero? A resposta é simples: É o ponto inicial, onde tudo começou. Várias cidades do Brasil e do Mundo, depois de uma pesquisa histórica rigorosa, muitos debates, ou mesmo até, através de imposições, determinaram o marco-zero de sua cidade com construções, principalmente, estátuas de um grande personagem que marcou a história da cidade. Mas, isso não é uma regra geral, tem cidade que prefere construir uma praça, tem cidade que não constrói nada, na verdade, não há necessidade de se ter um marco zero materializado. Todavia, há necessidade de se conhecer, entender o porquê e quem sabe definirmos um local, mesmo sabendo que é impossível determiná-lo exatamente. Essa será nossa atividade, este será o tema deste artigo. É muito comum vim nos livros didáticos de História, Geografia ou até mesmo Física, perguntas referentes ao marco-zero de uma cidade. Normalmente, eles pedem que o aluno faça um comparativo...