ESPECIAL do A TARDE recria jornal de um ano depois da data histórica. 2 de Julho - Revolta nas ruas da cidade Um caboclo sobre uma carroça, armado com lança, representando o bravo lutador da guerra, seguido dos ex-combatentes e do povo, abrirá alas ao longo do mesmo percurso do ano passado, quando entraram pela Estrada das Boiadas, passando pela Lapinha, Pelourinho, até o Terreiro de Jesus. Este ano, porém, o que deveria ser motivo de comemoração será manifesto de insatisfação. Quem assistiu à entrada do Exército de Libertação há exato um ano viu um bando de soldados maltrapilhos e famintos — muitos, inclusive, em más condições de saúde —, eufóricos pela liberdade, depois de tanta labuta e derramamento de sangue. Mas, agora, o cortejo é uma forma de reivindicar aquilo que acreditam lhes ser de direito. Refazendo o trajeto da “vitória”, querem “gritar” que, na verdade, para eles, nada mudou. Há rumores, também, de que o movimento não deve parar por aí. Os mais radicais pretendem finali...
Amo essa cidade (estou um pouco relapso), porém não tenho conseguido me fazer presente. Saudade do picolé de Jáca na Rua Nova, dos bailes na associação, do aroma do fumo misturado com o cheiro das caixas de charuto da Suerdieck, da maresia que vinha dos canais do mangue, ouvir as vózes dos pescadores que madrugavam para a pesca. Saudade da "broa de milho" do Amigo da Onça!
ResponderExcluirSaudades!
Picolé de Jaca? Rsrsrs. Brincadeira, o bom mesmo é que você não deixou de pensar nela. Ela está no seu coração. Abraços.
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