Pular para o conteúdo principal

Postagens

O Caboclo pergunta: "Onde está minha Cabocla?" Dizem que está em São Félix, será verdade?

O Caboclo da Dois de Julho Ah! Como eu gosto de fazer meus conterrâneos mostrarem realmente a verdade que nunca quer ser dita e que permanece omitida por órgãos de imprensa e por grandes historiadores acadêmicos de plantão. Eu não consigo deixar de acreditar que um dia todos esses discursos irão mudar e outros surgirão na busca de novas soluções. O dois de Julho é um data importantíssima para a Bahia e para o Brasil, apesar deste último não reconhecê-lo devido o fato de ter ocorrido primeiro no Nordeste e não no Sudeste. Se não fosse por nós, nordestinos arretados de plantão, a independência poderia demorar um pouco mais, mas como não gostamos de ficar submissos à uma realidade nua e crua, falamos e resistimos, lutamos e reivindicamos nossos direitos. Portanto, é de arrepiar, saber que  pouca gente sabe que a Cabocla Sanfelista é Maragogipana, e está lá já faz um bom tempo, quase uns trinta anos. Segundo me consta, foi no governo de Plínio Guedes que o empréstimo foi efetuado e de...

Conheça um pouco do livro “Embarcações do Recôncavo: Um estudo de origens”

Resgatar a história das embarcações do Recôncavo Baiano. Este é o mote principal do livro “Embarcações do Recôncavo: Um estudo de origens”, do pesquisador Pedro Agostinho, que será lançado nesta segunda-feira (04/07), na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional da Bahia (IPHAN), na Barroquinha, a partir das 18h. “Durante o evento, serão entregues 500 livros para a primeira dama do Estado, Fátima Mendonça, presidente das Voluntárias Sociais da Bahia, para serem doados às bibliotecas públicas, e outros 200 serão comercializados pela ONG Viva Saveiros, que preza pela recuperação e restauração das embarcações, após o evento”, revela Bete Capinam, da Oiti editora, responsável pela publicação do livro. O coquetel de lançamento será para convidados e haverá serviço de manobristas.

Dia 26 de junho de 1822, Maragogipe aclama D. Pedro único representante e exige fim das hostilidades portuguesas

Antes de qualquer explicação histórica gostaria de agradecer aos leitores Augusto Lopes e Hélio Tomita, é por causa do questionamento de vocês que estou escrevendo esse texto, para completar o artigo anterior . Sou professor de História e estou me especializando em História de Maragogipe e do Recôncavo, discordo de muitas histórias que foram criadas movidas a interesses políticos por estas terras e sempre que puder eu estarei aqui para desconstruí-las.  Como professor, digo sempre aos meus alunos que NUNCA concordem plenamente com a idéia ou a fala de outra pessoa, inclusive da minha, pois o que todas as pessoas fazem é escrever ou falar sobre uma verdade que elas entendem que é a verdade. Contudo, sabemos que NÃO EXISTE VERDADE ABSOLUTA e logo não existe imparcialidade em notícia, com isso, eles devem começar a pensar, refletir e buscar pelo saber, sem contudo desprezar o conhecimento do outro, afinal de contas, as descobertas só surgem partindo de uma contradição. Me diga quem n...

HISTÓRIA: 24 anos de Forró do Caís

Por Chiquinho de Maragojipe O Forró do Caís de Maragojipe nasceu em 1987 idealizado pelos maragojipanos Jorge Pantera, Edite do Cajá e Nanai de Bagaço, eles sairam pelas ruas da cidade recolhendo assinaturas dos maragojipanos para um abaixo assinado que foi enviado ao então prefeito Bartolomeu Teixeira que vendo o grande número de assinaturas aprovou a idéia e organizou a festa que no seu primeiro ano teve no dia 23/06/1987 uma terça-feira as apresentações da Banda Transas Mil que abriu os festejos e da forrozeira Clemilda que na época estava em evidência com a música forró cheiroso (Talco no salão) já no segundo dia teve as participações do Samba de Roda Filhos de Nagô, do sanfoneiro Danton e os Ases do Forró e do Cantor Virgílio que iniciava sua carreira e estava "estourado" nas rádios com a música dez litros de licor uma composição do então percussionista da banda de Luiz Caldas o jovem Carlinhos Brow, a música foi o hino daquele são joão na Bahia e o Cajá ficou repleto de...

Livro sobre a Independência da Bahia será lançado em Cachoeira

Depois de ser lançado em Salvador, o livro “O 2 de Julho na Bahia: Antologia Poética”, de Lizir Arcanjo Alves, também será lançado em Cachoeira, no dia 25 de junho, às 17h. O livro é uma antologia composta de poemas sobre o Dois de Julho, a data cívica mais importante do Estado, com pesquisa e comentários da autora. A publicação da Fundação Pedro Calmon/SecultBa, em co-edição com o Quarteto Editora. Lizir Arcanjo Alves define a antologia como uma importante fonte de pesquisa, principalmente para o público estudantil. “O livro é uma pequena amostra do que se fez no passado para preservação da memória histórica da Bahia”, diz a autora. "Além disso, é uma oportunidade para os jovens despertarem o gosto pela leitura, sobretudo por se tratar de autores representativos da literatura baiana, com poemas que tratam da Independência da Bahia". Além de trazer poemas relacionados à data magna em comemoração do Estado da Bahia, o livro retrata a expressiva representação literária das luta...

A festa da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte uma das mais importantes da Bahia

Fonte: Tribuna da Bahia Camaçari Diário A festa da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, que ocorre desde 1820, época do Brasil Império, e estende-se no tempo até os dias atuais, permanece com muita tradição e fé, na cidade de Cachoeira, localizada no Recôncavo Baiano, a 116 quilômetros de Salvador. Este ano, o evento acontece durante cinco dias, de 13 a 17 de agosto, e começa com a procissão das irmãs pelas ruas do município histórico, em sinal de luto pela morte de Nossa Senhora. A Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte é composta por uma confraria de 23 mulheres cujos requisitos são descender de escravos africanos e possuir mais de 50 anos de idade. Todas elas são unidas pela devoção a Nossa Senhora. De acordo com historiadores locais, a confraria surgiu quando um grupo de mulheres, ex-escravas, reuniu-se para conseguir a alforria de outros escravos da cidade de Cachoeira. A festa da Irmandade tem fortes traços sincréticos e recebe influências da religião católica e do candomblé...

Projeto torna obrigatório ensino de cultura árabe e islâmica nas escolas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1780/11, da Ouvidoria Parlamentar, que inclui no currículo obrigatório dos ensinos fundamental e médio o ensino de cultura árabe e tradição islâmica. Segundo a proposta, os alunos deverão estudar a história dos povos árabes, a cultura e religiosidade islâmica e o papel do árabe na formação da sociedade contemporânea. Pela proposta, esses conteúdos deverão ser incluídos em todas as disciplinas, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história. O texto é fruto de sugestões da sociedade civil apresentadas na primeira audiência pública do projeto “ A Câmara quer te Ouvir ”, ocorrida no fim de abril, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O projeto, da Ouvidoria da Câmara, promove debates nas capitais para ouvir a população sobre temas em discussão no Legislativo. Na justificativa do PL, é lembrada a tragédia ocorrida na escola de Realengo, no Rio de Janeiro, quando um ex-estudante matou 11 alunos e suicidou-se, no início de abril. L...