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Download: Livros que contam um pouco da História do Carnaval de Maragogipe

Clique AQUI e baixe o livro Por Zevaldo Sousa Conhecer a História do nosso município é de extrema importância fundamental para a memória, a cultura e a difusão de ideias, neste sentido, consideramos de extrema importância a disponibilização deste dois livros para download, um pelo IPAC, e o outro pelo Professor Alex Souza através da Secretaria de Cultura e Turismo de Maragogipe No livro do " Carnaval de Maragogipe - Cadernos do IPAC 3 ",  em PDF para você fazer o download e conhecer um pouco da História do Carnaval Imaterial da Bahia. No Blog do Carnaval de Maragogipe ( carnavaldemaragogipe.blogspot.com.br ), você encontra muito mais informações sobre esta maravilhosa festa. Vale lembrar que o livro é uma das cinco publicações do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) sobre patrimônios intangíveis da Bahia estão disponíveis para download gratuito nos sites da autarquia estadual, www.ipac.ba.gov.br , e da Secretaria de Cultura (Sec...

Frases Históricas: Tiradentes "Dez vidas eu daria se as tivesse, para salvar as deles"

Neste dia 21 de abril, estamos iniciando a Sessão Frases Históricas do Laboratório de História e Memória.  Hoje, dia 21 de abril, é feriado nacional em homenagem a  Joaquim José da Silva Xavier, de alcunha conhecida por todos, como simplesmente, Tiradentes. Ao falar em Tiradentes, a grande maioria das pessoas imaginam um homem com cabelos grandes e barba, muito assemelhado com a imagem de Jesus. Essa imagem foi construída, propositalmente, com o intuito de legitimar seu heroísmo. Construção essa que colocou o alferes nos livros de história. O debate é grande e muitos historiadores que se debruçaram sobre a história deste homem que hoje é considerado Herói Nacional.  Histórico Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais, no dia 12 de novembro de 1746. Era alferes [ hoje ele seria Segundo Tenente ] no Regimento da Cavalaria Regular. Entusiasta, entrou para a Conjuração Mineira, e em viagem para o Rio de Janeiro foi preso em virtu...

A história da Suerdieck, Epopéia do Gigante, por Ubaldo Marques Porto Filho

Discurso de Ubaldo Marques Porto Filho na Câmara - Maragogipe e a Suerdieck A Suerdieck não parou mais de crescer. Foi então idealizado um novo prédio, edificado em 1920, pelo engenheiro Emílio Odebrecht, pioneiro das construções de cimento armado na Bahia. A interligação da fábrica nova com a antiga, separadas pela Rua das Flores, fez-se através de uma passarela de concreto, uma novidade em Maragogipe. Mas essa novidade custou muito caro ao prefeito Elpídio da Paz Guerreiro, que sofreu uma campanha popular muito forte, por ter permitido a construção da “ponte da Suerdieck”, como o povo passou a chamar a passarela. É que o povo da zona rural acreditava numa crendice popular que assegurava dar azar a quem passasse por baixo de pontes. E durante muitos anos, os produtores que traziam produtos de suas roças, para vender na feira livre semanal, fizeram um longo rodeamento para evitar a “ponte da Suerdieck”. Em 1928, a Vieira de Mello & Companhia, primeira fab...

Livro "Suerdieck, Epopeia do Gigante" reconstituiu a história de um império charuteiro

No livro ‘Suerdieck, Epopeia do Gigante’, Ubaldo Marques Porto Filho reconstituiu a história de um império charuteiro, que chegou a ter 16 empresas, sendo quatro na Europa. Com três fábricas de charutos no Recôncavo Baiano (Maragogipe, Cruz das Almas e Cachoeira), foi a maior produtora de charutos brasileiros em todos os tempos e teve um período que manteve a liderança na produção mundial de charutos totalmente artesanais. A epopeia da Suerdieck começou em 1892, como exportadora de fumos sediada em Cruz das Almas, onde também findou as atividades, em dezembro de 1999. A saga durou 107 anos, sendo 94 dedicados aos charutos que ficaram conhecidos nos quatro cantos do mundo. Para reconstituir a longa trajetória, Ubaldo pesquisou centenas de documentos e entrevistou dezenas de pessoas que participaram da etapa final do antigo império. Ele próprio foi testemunha dessa fase, pois trabalhou na Suerdieck de 1965 até 1969. O livro, com 400 páginas no formato grande (18,5x25,5), ...

Associação Atlética Maragogipana - Da fotografia do IBGE ao texto

Por Zevaldo Sousa Professor de História - UFRB É um grande prazer estar reiniciando esta série, já divulgada na página do facebook História de Maragogipe e retomada neste blog para devidas correções e acréscimos. Na época, postei fotografias do IBGE e escrevendo matérias. Em alguns casos, escrevi pouco, em outros comecei a trilhar um caminho mais animador. Hoje, dia 01 de janeiro de 2014, falarei um pouco sobre a Associação Atlética Maragogipana, fundada em 16 de março de 1952, na praça Conselheiro Antônio Rebouças, em Maragogipe. Como já disse, a Associação Atlética Maragogipana foi fundada em 16 de março de 1952 e, como toda instituição teve ótimos administradores, todavia no final da década de 90 entrou no período de crise profunda, e este espaço público só conseguiu se revitalizar, graças aos meninos da Fundação Vovó do Mangue que atualmente estão administrando o espaço. Desde o início do funcionamento da Associação Atlética Maragogipana parte da comunidade...

Lei de 8 de Maio de 1850 que eleva Maragogipe ao título de "Patriótica Cidade"

É muito comum, hoje em dia, a dúvida sobre a grafia Maragogipana. O erro é histórico e recente, por isso, este blog defende a teoria e a prática da escrita do nome Maragogipe com o grafema "G" devido, que é a forma como está escrita no documento de elevação ao título de cidade. Fique ligado! Escrever corretamente o nome de sua cidade é ato de respeito e cidadania. Zevaldo Sousa Professor de História de Maragogipe

Análise de Texto: "Transição de Feudalismo ao Capitalismo – Dobb & Sweezy"

Por Zevaldo Sousa ( Em 01 de junho de 2008) Segundo Paul Sweezy, Maurice Dobb define feudalismo como sendo servidão e esta seria “ uma obrigação ao produtor pela força, independente de sua vontade, no sentido de cumprir certas exigências econômicas de um senhor, quer sob forma de serviços a serem prestadas ou de tributos a serem pagos em dinheiro ou espécie .” (p. 33), esta definição foi retirada do texto de Maurice Dobb Studies in the development of capitalism, em que Dobb , segundo Sweezy utilizará praticamente como equivalente os dois termos. Para Sweezy essa definição é falha, pois não identifica o Feudalismo como um Sistema de Produção, é segundo ele, uma má leitura de Marx, o termo servidão não pode ser considerado, portanto, congruente com Feudalismo, pois “ alguma forma de servidão pode existir em sistemas que nada tem de feudal; e mesmo como relação dominante de produção, a servidão tem estado associada com diferentes formas de organização econômica em diferentes épo...