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Biografia de André Rebouças

Por  Profª. Ms. Hileia Araujo de Castro André Rebouças André Rebouças descendeu do alfaiate português Gaspar Pereira Rebouças que, em fins do século XVIII, chegou a Salvador e casou-se com a negra Rita Basília dos Santos, provavelmente uma escrava alforriada. Dessa união nasceram nove filhos, dos quais tenho notícias dos quatro homens. José, o mais velho, obteve o título de mestre em Harmonia pelo Conservatório de música de Bolonha e, quando retornou da Europa, assumiu o posto de Maestro da Orquestra do Teatro de Salvador. Manuel tornou-se funcionário da administração da justiça em Salvador. Maurício trabalhou em cartórios e acumulou recursos para estudar em Paris, bacharelando-se em Artes e Ciências e doutorando-se em Medicina. Em 1832, tornou-se catedrático de Botânica e Zoologia na Escola de Medicina da Bahia1. Antônio, pai de André, não se dedicou ao estudo superior por opção e também pelo fato de não existir faculdade de Direito em Salvador. Transferiu sua residência para Cach...

Liberdade versus direito de propriedade na corte brasileira

Livro analisa pensamento político de Antônio Rebouças e revela suas contradições A trajetória do mulato Antônio Pereira Rebouças, advogado autodidata baiano que foi um dos maiores combatentes pela causa da independência do Brasil -- e um dos principais políticos do Império --, é o objeto de um livro recém-lançado. Fruto de uma tese acadêmica da historiadora Keila Grinberg, da Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e da Universidade Cândido Mendes (Ucam), O fiador dos brasileiros adota a figura de Rebouças como referência para discutir temas como cidadania, direito civil, liberdade, propriedade, raça e escravidão no Brasil do século 19. Nascido no Recôncavo Baiano em agosto de 1798, Antônio Pereira Rebouças -- filho de um português com uma escrava liberta -- vem ao mundo em um momento de conflito, no ano de eclosão da Revolta dos Alfaiates, na Bahia. Desde então, sua trajetória se estabeleceria sob o signo do conflito. Com a língua afiada e um pensamento 'avançado' para sua é...

FOTOS: Visões das Torres Salamina

Visão interna das torres dos canhões do Forte Salamina Fotos tiradas por Zevaldo Sousa

FOTOS: Forte do Canhão Salamina, em Maragogipe

Fotos do Forte Salamina Tiradas por Zevaldo Sousa

Carta de Elevação revela verdadeira nomenclatura: Maragogipe ou Maragojipe?

Por Zevaldo Sousa Neste anos de história muita coisa aconteceu, mas vale ressaltar logo no início deste artigo que Maragogipe é muito mais antiga do que isso. Outroras era conhecida como Vila de São Bartolomeu de Maragogipe, e antes disso já existia moradores nesta terra que tudo dá. A vida é muito mais do que simples comemorações ditas políticas. Porque as escolhas são motivadas unicamente pelos interesses pessoais de alguns cidadãos.  Mas mesmo fazendo um recorte político, vale ressaltar que quando falamos de emancipação política, estamos refletindo sobre decisões que podem ser tomadas num âmbito municipal, e está já acontecia bem antes da elevação do título de cidade. Ainda no tempo em que Maragogipe e diversas outras cidades eram vilas. Na história cada conceito tem seu momento, e o conceito vila a alguns anos atrás tem o mesmo peso do conceito de cidade atual. Portanto, Osvaldo Sá não erra quando dá informações ao IPAC que revela-nos o seguinte trecho: " Sua emancipação p...

FOTOS: Canhão do Forte Salamina, em Maragogipe

Algumas fotos do Canhão do forte Salamina - Maragogipe Bahia por Zevaldo Sousa

Carnaval de Maragogipe vira bem imaterial

Zevaldo Sousa Registros apontam uma longínqua tradição no carnaval maragogipano, deste 1893 o carnaval de Maragogipe é marcado pelos mascarados, fantasias e marchinhas que ilustram e iluminam a nossa festa. Maragogipe está sendo recompensada agora com a sua persistência, fruto da insistência dos seus cidadãos de não deixarem o seu carnaval morrer, coisa que muitas cidades do interior deixaram de ter, deixando prevalecer o Carnaval de Salvador, isto é considerado normal, pois a maioria das pessoas querem ver grandes atrações em suas festas e é justamente nesse momento que essas grandes atrações não deixam a cidade de São Salvador. Surge assim as micaretas daqui e de acolá deixando morrer o mais belo carnaval tradicional. Chega de lamentar, Maragogipe não deixou isso acontecer, e o seu carnaval será considerado oficialmente patrimônio imaterial do Estado. No site da SECULT (Secretaria de Cultura do Estado da Bahia) diz que “até final de março (2008), a secretaria estadual de Cultura, atr...